sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Menina tímida ( cap 3)
O tempo passou, muitas lembranças, principalmente das férias que sempre
passava na casa de sua avó, tão querida, e não era sua avó verdadeira, já que esta era mãe de pai
de criação, mas havia tanta afinidade entre as duas, que hoje fala-se tanto em vidas passadas,
que acredito esse ser um caso a pensar, saudades vó Alice.
Já fazem muitos anos que ela mudou de plano , e esta ainda guarda tanto sentimento de amor, por ela.
As férias, eram para subir em árvores, pegar os ovos que as patas punham dentro de um rolo,
de arame farpado , e quando a menina não estava lá, esta aparecia com seus patinhos, poi o quintal, era íngreme e vô Alberto só chegava até o galinheiro, que ele cuidava diariamente.
As frutas se estragavam, não tinha que as colhessem, tinham, mangas , goiabas cajuís, etc.
nas férias, a menina contava o tempo, no chão eram tantas folhas que de longe se ouvia os
passos dela. O vô, um italiano, padastro de quem já não era o pai da menina, menos avô da menina era, mas ela também o conquistou, pois só vivia cantando, essa era sua família,........de amor, foi DEUS que lhe colocou ali.
Quando estava em época escolar, a diversão era ir com duas primas de sua mãe, que eram da mesma idade, para o sítio, dos tios de sua mãe, tomavam banho de cachoeira, e o dia passava rápido , a tarde andavam muito até chegar a parada do ônibus, que as trariam de volta.
Sua mãe vinha a seu encontro, pois apesar de pequena, esta carregava com muita satisfação,
frutas que seus irmãos consumiriam e seus pais, e eles não poderiam comprar.
A menina sempre tinha em seus planos, dias melhores, fazia pipas para vender, e suas pipas eram disputadas, porque eram caprichadas, e não dava de lado. Isso quando ela não ia empinar, as suas
arrais, ou modelos, sua mãe ficava doida, nos finais de semana, a garotada atrás da pipas,
e não adiantava querer vender as do irmão, quando as dela acabavam,......há sempre,
terminava em briga, porque as dele ninguém queria.
A mãe até pensava em proibir, mais o dinheiro acabava ajudando, ela lavava roupa para fora.
E tudo que entrava era uma ajuda, para o necessário.
E aqui deixo mas um pouco da vida da realidade de uma menina, que muito sonhou, e lá na frente, vamos ver onde chegou. Até breve......
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Menina Tímida. ( Cap: 02)
Menina tímida,
O tempo passava sem muitas mudanças, e a menina, sempre se apresentava nas
festinhas da escola, gostava de recitar . participava de tudo apesar da timidez.
Vez por outra fazia uma arte, pegava carona de bonde, porque gastava os três tostões, que sua mãe, lhe dava para a passagem , comprando bananas para comer. Achava divertido ficar trocando de carro, com o motorneiro.
Como era de família, muito pobre , quando havia algum convite das meninas da escola,para alguma festinha, ela sempre recusava, pois não tinha roupas, sempre se saia bem.
Porém no seu interior ficava triste.
Nem comentava com a mãe, mas ficava imaginando, como deveria ser frequentar outros ambientes, fora da escola.
Sempre foi boa aluna, boas notas, mas isso não mudava muito, vez por outra ela,
pensava, eu vou conseguir, vou estudar e ter uma vida melhor, .........
Mesmo tendo consciência, das dificuldades que teria que enfrentar, tinha outros irmãos, já em idade de começar na escola, mesmo sempre usando material reaproveitado e roupas de sua tia, as dificuldades eram muitas,
Uma certa vez choveu granizo em grande quantidade, a escola perdeu parte do telhado, e quando
houve condição a escola liberou os alunos, todos seguimos brincando , palas ruas, ao
chegar em casa, eu irmão fez um comentário, na sua inocência de seus quatro anos, puxa vida, só eu não vi a ser levada geladeira para o céu!
E menina continuava com seus sonhos..........outra hora volto para continuar....até...
O tempo passava sem muitas mudanças, e a menina, sempre se apresentava nas
festinhas da escola, gostava de recitar . participava de tudo apesar da timidez.
Vez por outra fazia uma arte, pegava carona de bonde, porque gastava os três tostões, que sua mãe, lhe dava para a passagem , comprando bananas para comer. Achava divertido ficar trocando de carro, com o motorneiro.
Como era de família, muito pobre , quando havia algum convite das meninas da escola,para alguma festinha, ela sempre recusava, pois não tinha roupas, sempre se saia bem.
Porém no seu interior ficava triste.
Nem comentava com a mãe, mas ficava imaginando, como deveria ser frequentar outros ambientes, fora da escola.
Sempre foi boa aluna, boas notas, mas isso não mudava muito, vez por outra ela,
pensava, eu vou conseguir, vou estudar e ter uma vida melhor, .........
Mesmo tendo consciência, das dificuldades que teria que enfrentar, tinha outros irmãos, já em idade de começar na escola, mesmo sempre usando material reaproveitado e roupas de sua tia, as dificuldades eram muitas,
Uma certa vez choveu granizo em grande quantidade, a escola perdeu parte do telhado, e quando
houve condição a escola liberou os alunos, todos seguimos brincando , palas ruas, ao
chegar em casa, eu irmão fez um comentário, na sua inocência de seus quatro anos, puxa vida, só eu não vi a ser levada geladeira para o céu!
E menina continuava com seus sonhos..........outra hora volto para continuar....até...
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Contos da menina tímida.

Menina tímida.
Quem pode imaginar, o que se passa na cabecinha de uma menina, de classe pobre,
qual seriam seus sonhos?........ muito tímida, mais sempre cantarolando.
Voltando da escola, cada dia, um caminho diferente, finalidade, olhar os jardins, por onde passava.
Apesar de saber, que sua mãe ficava preocupada, quando se demorava um pouco mais, não
resistia, sempre amou a natureza, as flores, suas formas e cores, e pedir uma muda ou semente,
sempre criava coragem.
E chegava em casa feliz, quando conseguia o que não tinha no jardim pequeno que cultivava,
no quintal, da humilde casa de fundos que morava, com seus pais e dois irmãos.
Sonhava um dia poder ter uma de cada cor e espécie. E assim era todos os dias, as vezes se esquecia da hora, até que certa vez, depois de ser muito repreendida, por seu pai, algo estranho aconteceu.........
Estava distraída a olhar por entre, uma cerca verde muito alta e cerrada, quando sentiu um
forte odor, suor forte, ela não sabia de onde vinha, lembrou-se das recomendações dos pais,
e lentamente foi levantando os olhos, e viu a sua frente um índio, forte, braços cruzados,
que a olhava, umas penas em sua cabeça verdes, brancas e vermelhas,sem nada dizer, a menina ficou apavorada, suas pernas tremiam, não sabia o que fazer. Só lhe restou uma saída, começou a correr, assim, chegou em casa, correndo.
Estava tão cansada, que não conseguia falar com a mãe, o que lhe acontecera, primeiro que ficou com medo de não acreditassem nela, e como foi muito real, até ela tinha medo.
A verdade, é que isso serviu para por muito tempo ela sair da escola, e não desviar mais os seus caminhos, apesar da forte vontade, temia outro susto.
Até breve, dia desses eu volto.
Abraços.
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